Como funciona
Mais do que uma interface de conversa
Um chatbot é uma das formas possíveis de usar inteligência artificial, mas muitos problemas educacionais não começam com uma pergunta em uma caixa de texto.
Na IANE, modelos de linguagem podem ser combinados com RAG, agentes, automações, sistemas de recomendação, regras explícitas e outras técnicas para responder a necessidades concretas da instituição.
Um agente pode consultar fontes autorizadas, utilizar ferramentas, acompanhar determinadas condições e executar tarefas previstas no sistema. Uma recomendação pode considerar conteúdos, dados e critérios pedagógicos. Uma automação pode assumir trabalhos repetitivos sem interferir em decisões que precisam continuar com as pessoas.
A tecnologia utilizada depende do problema. O que permanece é o princípio: a inteligência precisa conhecer o contexto em que está sendo usada e respeitar os critérios definidos pela instituição.
Por dentro: IA neurossimbólica
No núcleo da IANE, combinamos modelos de linguagem com representações estruturadas do conhecimento institucional: regras, processos e relações entre informações. Essa combinação é conhecida como IA neurossimbólica. Na prática, significa que as respostas do sistema seguem as regras da instituição, e que cada recomendação pode ser explicada e auditada. É também de onde vem a nossa tecnologia de reranqueamento de objetos de aprendizagem, nascida na pesquisa e hoje em uso.
O que a IANE não é
Não é um chatbot genérico com o logo da instituição, nem um personagem virtual, nem uma promessa de autonomia. Ela recomenda, sinaliza e automatiza dentro das regras que a instituição define, com aprovação humana nos pontos em que a instituição decidir que precisa. A decisão fica com as pessoas.